Lula e Flávio Bolsonaro confrontam propostas no primeiro debate do segundo turno

Primeiro debate do segundo turno reúne Lula e Flávio Bolsonaro
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) participaram na noite de domingo (18) do primeiro debate do segundo turno das eleições de 2026, em confronto que marca a disputa presidencial uma semana antes da votação marcada para 25 de outubro. O encontro ocorreu nos estúdios do Grupo Bandeirantes, em São Paulo, e representou o primeiro enfrentamento direto entre os dois candidatos nesta etapa crucial da campanha eleitoral.
O debate do segundo turno começou com aproximadamente quinze minutos de atraso em relação ao horário previsto, iniciando-se próximo às 20h15. Este foi o primeiro confronto direto entre Lula e Flávio Bolsonaro durante a fase de segundo turno, já que ambos não participaram do primeiro debate presidencial promovido pela Band em 23 de agosto, quando ainda estava em andamento o primeiro turno das eleições.
Estrutura e dinâmica do debate
O evento foi dividido em três blocos temáticos, contando com a mediação dos jornalistas Eduardo Oinegue e Adriana Araújo, além de participação de profissionais do Grupo Bandeirantes e de um pool de veículos de comunicação formado por TV Gazeta, TV Cultura, Jovem Pan e pelo jornal O Estado de S. Paulo. A dinâmica incluiu perguntas dos apresentadores seguidas de momentos de confronto direto entre os candidatos.
Pelas regras estabelecidas pela emissora, cada candidato dispôs de um banco de 15 minutos durante o confronto direto para administrar conforme preferisse. No primeiro bloco, os apresentadores formularam uma pergunta para cada candidato, seguida de um confronto direto com duração de 30 minutos. Os blocos subsequentes mantiveram similar estrutura, com perguntas dos apresentadores e momentos de troca direta entre Lula e Flávio Bolsonaro.
Segurança pública em destaque
A primeira temática abordada durante o debate do segundo turno concentrou-se em segurança pública, com questionamentos sobre o avanço do crime organizado, o controle de territórios por facções e milícias, além da redução da maioridade penal. Flávio Bolsonaro foi o primeiro a responder, afirmando que, se eleito, declararia



