No início deste mês, um dos assuntos mais comentados nas redes sociais foi a prisão do influenciador digital conhecido como Na Real. O jovem, que se popularizou por meio de vídeos e postagens nas plataformas digitais, foi preso por suspeita de envolvimento em práticas de adultização e manipulação de menores.
No entanto, o que muitos não sabem é que este caso não é um fato isolado. O programa Na Real, da rádio Jovem Pan, trouxe à tona um histórico de denúncias contra o influenciador que já começavam a circular há mais de um ano. Isso demonstra que as práticas de adultização e manipulação não são recentes e que medidas precisam ser tomadas para proteger crianças e adolescentes nas redes sociais.
A adultização é um fenômeno que tem ganhado cada vez mais espaço no mundo digital. Trata-se da exposição de crianças e adolescentes a conteúdos e comportamentos que não são adequados para a sua faixa etária. É comum vermos crianças sendo expostas a situações de cunho sexual, violência, consumo excessivo de produtos e até mesmo sendo utilizadas como forma de promoção de marcas e produtos.
No caso do influenciador Na Real, as denúncias apontam que ele utilizava de sua popularidade para influenciar crianças e adolescentes a consumirem produtos de marcas parceiras, muitas vezes sem informar que se tratava de uma publicidade. Além disso, ele também promovia festas e eventos em locais inapropriados para a idade do público alvo, o que levanta a suspeita de que o influenciador também estaria envolvido com o tráfico de drogas.
É importante ressaltar que as redes sociais são um ambiente de interação e compartilhamento, porém, é necessário que os pais estejam atentos ao que seus filhos estão consumindo e seguindo. É papel dos responsáveis proteger as crianças e adolescentes de conteúdos inapropriados e denunciar qualquer caso de adultização e manipulação.
Além disso, as plataformas digitais também precisam tomar medidas mais efetivas para combater esse tipo de prática. É preciso haver uma maior fiscalização e responsabilização dos influenciadores que utilizam de sua influência para promover conteúdos inadequados para o público mais jovem.
O programa Na Real, da Jovem Pan, trouxe à tona uma importante discussão sobre o papel dos influenciadores e a responsabilidade que eles têm com seus seguidores, principalmente quando se trata de crianças e adolescentes. É preciso que haja um maior cuidado e ética na produção de conteúdo e que os responsáveis pelas plataformas também assumam sua parcela de responsabilidade em garantir um ambiente mais seguro para os usuários.
É fundamental que a sociedade se una para combater a adultização e a manipulação de menores nas redes sociais. É preciso que as marcas e empresas parceiras também sejam mais criteriosas na escolha dos influenciadores com quem fazem parcerias e que trabalhem em conjunto para garantir que os conteúdos divulgados sejam adequados para o público alvo.
O caso do influenciador Na Real é um alerta para a necessidade de uma maior conscientização sobre o que é apropriado para crianças e adolescentes na internet. Não podemos ignorar que a influência dos influenciadores pode ser prejudicial quando utilizada de forma irresponsável. É preciso que a sociedade e as plataformas digitais trabalhem em conjunto para garantir uma internet mais segura e adequada para todas as idades.
Em resumo, o programa Na Real, da rádio Jovem Pan, mostrou que as práticas de adultização e manipulação de menores não são recentes e que é preciso tomar medidas para garantir a proteção das crianças e adolescentes nas redes sociais. Cabe a todos nós, como




