A seleção brasileira de futebol feminino entrou em campo no amistoso contra a França, na última sexta-feira (13), com uma série de desafios pela frente. Além de enfrentar uma das melhores equipes do mundo, as jogadoras tiveram que lidar com um desfalque importante: a atacante Marta, que sentiu dores na coxa direita durante o treino anterior à partida.
A ausência da camisa 10, que é considerada uma das melhores jogadoras da história do futebol feminino, foi sentida dentro de campo. O Brasil saiu na frente com um gol de Debinha, mas não conseguiu manter a vantagem e acabou sofrendo a virada por 3 a 2 em Grenoble.
No entanto, a derrota não deve apagar o brilho e a determinação das jogadoras brasileiras, que enfrentaram um adversário forte e souberam se impor durante a partida. A ausência de Marta pode ter sido sentida, mas não foi o único fator decisivo para o resultado.
Fica evidente, também, a importância da atacante para a seleção. Com uma carreira repleta de conquistas individuais e coletivas, Marta é a principal referência do futebol feminino no Brasil e no mundo. Seus dribles, sua técnica apurada e sua liderança dentro e fora de campo são fundamentais para o sucesso da equipe.
No entanto, não podemos depender somente de um único jogador para alcançar nossos objetivos. O Brasil tem um time talentoso e experiente, com outras jogadoras de destaque, como a goleira Bárbara, a zagueira Mônica e a meia Andressinha. É preciso confiar no potencial dessas atletas e buscar alternativas para suprir eventuais desfalques.
Além disso, é importante considerar que essa derrota pode ser encarada como uma oportunidade de aprendizado e evolução. Jogar contra uma seleção forte como a França é sempre um desafio, mas também é uma oportunidade de testar habilidades e corrigir erros.
É preciso lembrar que a seleção brasileira vem de uma crescente ascensão no futebol feminino. Desde a chegada da técnica Pia Sundhage, em agosto deste ano, a equipe já conquistou três vitórias em três jogos, todas por goleada. Isso mostra que o trabalho está sendo bem feito e que há muito a ser desenvolvido ainda.
A derrota para a França não pode desanimar as jogadoras e muito menos a torcida. Pelo contrário, deve servir de motivação para continuar trabalhando com dedicação e comprometimento. Afinal, o grande objetivo é conquistar o inédito título da Copa do Mundo, que será disputada entre junho e julho de 2023, na Austrália e na Nova Zelândia.
É importante ressaltar que o futebol feminino vem ganhando cada vez mais espaço e reconhecimento. As jogadoras são exemplos de força, garra e superação, enfrentando desafios diários para poderem seguir praticando o esporte que amam. A seleção brasileira, assim como todas as outras, merece todo o apoio e incentivo para mostrar seu talento e conquistar novas vitórias.
E por falar em vitórias, não podemos deixar de mencionar a importância da valorização do futebol feminino no Brasil. É preciso investir em estrutura, visibilidade e igualdade nas premiações, para que as jogadoras tenham condições de se dedicar ao esporte profissionalmente e continuarem brilhando nos campos.
Em resumo, a derrota para a França não deve ser vista como uma derrota da seleção brasileira, mas sim como um desafio a ser superado e uma lição a ser aprendida. O futebol feminino




