Em uma recente entrevista à Renascença, os gémeos Paulo e Pedro Santos, proprietários do Grupo Valouro, líder no mercado avícola em Portugal, discutiram sobre os desafios enfrentados pelas empresas no país e compartilharam suas opiniões sobre assuntos importantes relacionados aos negócios e ao desporto.
Um dos principais pontos abordados pelos irmãos foi a burocracia presente no sistema empresarial português. Eles destacaram que o combate à burocracia é uma das principais prioridades do Grupo Valouro e enfatizaram que esse é um dos principais entraves para o crescimento dos negócios no país.
Segundo Paulo e Pedro Santos, as empresas são sufocadas pela burocracia, o que impede o desenvolvimento e o investimento. Eles defendem que é preciso simplificar os processos e tornar o ambiente de negócios mais favorável e atrativo para as grandes fortunas. Para os empresários, Portugal não trata bem as grandes fortunas, o que acaba desestimulando os investimentos e prejudicando o crescimento econômico do país.
Os gémeos Santos também falaram sobre sua experiência no setor bancário. Com mais de três décadas de administração bancária em seus currículos, eles têm uma visão privilegiada do mercado financeiro português. Segundo eles, os empresários devem evitar o crédito bancário e buscar alternativas para financiar seus negócios, pois os juros são muito altos e acabam comprometendo a saúde financeira das empresas.
Além disso, Paulo e Pedro Santos também comentaram sobre as eleições no Sport Lisboa e Benfica e a nova proposta para a compra das ações da SAD (Sociedade Anónima Desportiva), a maior participação individual no capital do clube. Eles destacaram que estão acompanhando de perto essa situação e que esperam que a decisão final seja a melhor para o futuro do clube.
A entrevista dos gémeos Santos à Renascença demonstra não apenas sua preocupação com os negócios do Grupo Valouro, mas também com o desenvolvimento econômico de Portugal. Eles são exemplos de empresários bem-sucedidos que enfrentam os desafios do mercado e buscam constantemente formas de crescer e se reinventar.
Sua visão sobre a burocracia e o sistema bancário português é importante e precisamos refletir sobre isso para que o país possa avançar e atrair mais investimentos. Além disso, é inspirador ver como eles também se interessam pela situação do clube de futebol do qual são acionistas. Isso mostra que são líderes conscientes e preocupados com o legado que deixarão para as próximas gerações.
Portanto, os empresários portugueses podem seguir o exemplo dos gémeos Santos e buscar formas de desburocratizar e tornar o ambiente de negócios mais atrativo e favorável. Além disso, é importante que as grandes fortunas sejam valorizadas e incentivadas, pois elas podem impulsionar o crescimento econômico do país.
A proposta de compra das ações da SAD do Benfica também é um tema importante e que merece atenção. Esperamos que a decisão final seja a melhor para o sucesso e a estabilidade do clube, que é um grande patrimônio do desporto português.
Em suma, a entrevista com os gémeos Santos nos deixa uma mensagem importante: é preciso simplificar, desburocratizar e valorizar as grandes fortunas no país. Com isso, podemos criar um ambiente mais favorável para os negócios e atrair mais investimentos, tornando Portugal um país ainda mais competitivo e próspero.




