Nova rodada de negociações busca prorrogar a trégua assinada há um mês em Genebra, que levou as duas maiores potências econômicas a reduzir substancialmente suas respectivas tarifas por um período de 90 dias.
No dia 1º de dezembro de 2018, os presidentes dos Estados Unidos e da China, Donald Trump e Xi Jinping, respectivamente, se reuniram em Buenos Aires, durante a Cúpula do G20, e chegaram a um acordo histórico. Após meses de tensões comerciais, as duas maiores potências econômicas do mundo decidiram dar uma trégua de 90 dias nas tarifas impostas umas às outras, com o objetivo de chegar a um acordo comercial mais amplo e duradouro.
Agora, um mês após a assinatura da trégua, uma nova rodada de negociações está sendo realizada em Genebra, na Suíça, com o intuito de prorrogar o acordo e evitar o aumento das tarifas, que está previsto para o dia 1º de março de 2019. As equipes de negociação dos dois países estão trabalhando arduamente para encontrar um consenso e garantir que a trégua seja estendida por mais tempo.
O acordo assinado em dezembro foi um grande alívio para os mercados globais, que vinham sofrendo com a escalada das tensões comerciais entre Estados Unidos e China. Desde o início de 2018, os dois países vinham impondo tarifas cada vez mais altas em produtos um do outro, o que afetou diretamente a economia mundial. Com a trégua, os investidores voltaram a ter mais confiança e as bolsas de valores ao redor do mundo tiveram uma recuperação significativa.
Além disso, a trégua também trouxe um alívio para as empresas que dependem do comércio entre os dois países. Muitas delas estavam sofrendo com o aumento dos custos de importação e exportação devido às tarifas impostas. Com a redução das taxas, as empresas puderam retomar suas atividades normalmente e até mesmo expandir seus negócios.
Agora, com a possibilidade de uma prorrogação da trégua, a expectativa é de que os mercados continuem em alta e as empresas possam se planejar com mais segurança. Afinal, a incerteza em relação às tarifas vinha afetando os investimentos e as decisões de negócio, o que prejudicava o crescimento econômico.
Além disso, a prorrogação da trégua também pode ser vista como um sinal positivo de que os dois países estão dispostos a chegar a um acordo comercial mais amplo e duradouro. As negociações em Genebra são um passo importante nesse sentido, pois representam o comprometimento de ambas as partes em encontrar uma solução para as questões comerciais que as separam.
É importante ressaltar que Estados Unidos e China são duas das maiores economias do mundo e possuem uma relação comercial muito forte. Qualquer mudança significativa nas tarifas pode ter um impacto significativo na economia global. Por isso, é fundamental que os dois países encontrem uma solução que seja benéfica para ambos e que promova o crescimento econômico.
A expectativa é de que a nova rodada de negociações em Genebra seja bem-sucedida e que a trégua seja prorrogada por mais tempo. Isso trará mais estabilidade e segurança para os mercados e para as empresas, além de ser um passo importante para a construção de uma relação comercial mais equilibrada entre Estados Unidos e China.
Em conclusão, a trégua assinada há um mês em Genebra foi um grande avanço nas relações comerciais entre Estados Unidos e China. Agora, com a




