O humor sempre foi uma forma de entretenimento muito apreciada pelo público, principalmente nos Estados Unidos. Desde os primórdios da televisão, programas de comédia têm sido uma parte importante da cultura americana, trazendo risadas e descontração para as famílias. No entanto, nos últimos anos, o humor tradicional americano tem sido usado de forma mais crítica e política, especialmente em relação ao governo. Um exemplo disso é a recente esquete que parodia o governo de Donald Trump, utilizando a imagem de uma atriz para representá-lo.
A atriz em questão é Sarah Sherman, conhecida por seu trabalho no programa de comédia “Saturday Night Live” (SNL). Em uma esquete intitulada “Trump Impeachment Trial Cold Open”, exibida em janeiro deste ano, Sherman interpretou uma versão exagerada e caricata do ex-presidente dos Estados Unidos. A esquete satiriza o julgamento de impeachment de Trump, que ocorreu no Senado americano na época.
O humor utilizado na esquete é típico do tradicional humor americano, que se caracteriza por ser sarcástico, irônico e muitas vezes exagerado. Através de uma interpretação cômica, Sarah Sherman conseguiu capturar a essência de Trump e suas atitudes controversas, fazendo com que o público se divertisse e refletisse ao mesmo tempo. A atriz demonstrou seu talento e habilidade em transformar um assunto sério em algo engraçado, sem perder o tom crítico.
No entanto, a utilização da imagem de Sarah Sherman como Trump na esquete gerou polêmica e críticas por parte de alguns espectadores. Alguns alegaram que a atriz estava sendo injustamente atacada e que a esquete era uma forma de bullying. No entanto, é importante ressaltar que o humor é uma forma de expressão artística e, como tal, deve ser livre para abordar qualquer tema, inclusive a política. Além disso, a esquete não foi uma crítica direta à atriz, mas sim uma sátira ao governo de Trump.
Por outro lado, na mesma época em que a esquete foi ao ar, a atriz britânica Kate McKinnon, também do SNL, interpretou a senadora Elizabeth Warren em outra esquete política. No entanto, a interpretação de McKinnon foi recebida de forma diferente pela mídia e pelo público. Enquanto a atuação de Sherman foi alvo de críticas, a de McKinnon foi elogiada e considerada uma das melhores da noite. Isso levantou uma discussão sobre a diferença de tratamento entre as duas atrizes, uma americana e outra britânica, e como isso pode estar relacionado com a questão de gênero.
Apesar das críticas, a esquete com Sarah Sherman como Trump foi um sucesso de audiência e gerou muita repercussão nas redes sociais. O programa SNL é conhecido por abordar temas atuais e polêmicos com humor, e a esquete em questão não foi exceção. Além disso, a interpretação de Sherman foi elogiada por muitos espectadores, que consideraram sua atuação hilária e precisa.
Em meio a um cenário político tão conturbado, o humor pode ser uma forma de aliviar a tensão e trazer um pouco de leveza para o dia a dia das pessoas. O tradicional humor americano tem sido uma ferramenta importante nesse sentido, utilizando a sátira e a ironia para abordar questões sérias de forma descontraída. A esquete com Sarah Sherman como Trump é um exemplo disso, mostrando que o humor pode ser uma forma de expressão e crítica social.
Em conclusão, o tradicional humor americano tem sido utilizado de forma mais crítica e política nos últimos anos, e a esquete com Sarah Sherman como Trump é um exemplo disso. A atriz demonstrou seu talento e habilidade em transformar um ass




