Em agosto do ano passado, a agência de notação Standard & Poor’s manteve o rating de Portugal em A-, com perspetiva positiva. Esta decisão foi recebida com entusiasmo pelo governo português e pelos cidadãos do país, que viram nela um sinal de confiança e reconhecimento do progresso económico que tem sido feito nos últimos anos.
O rating é uma classificação atribuída por agências de notação financeira que avalia a capacidade de um país ou empresa de cumprir com as suas obrigações financeiras. Quanto maior for o rating, maior é a confiança dos investidores e menor é o risco de incumprimento. Portanto, manter um rating elevado é fundamental para a economia de um país, pois permite-lhe aceder a financiamento a taxas de juro mais baixas e atrair investimento estrangeiro.
A decisão da Standard & Poor’s de manter o rating de Portugal em A- foi baseada em vários fatores positivos que demonstram a resiliência da economia portuguesa. Um dos principais fatores foi o crescimento económico registado nos últimos anos. Em 2017, Portugal registou um crescimento de 2,7%, o mais elevado desde 2000. Este crescimento foi impulsionado principalmente pelo aumento das exportações e do investimento privado, que demonstram uma maior competitividade do país e uma melhoria do ambiente de negócios.
Além disso, a agência de notação destacou a melhoria das contas públicas portuguesas. O défice orçamental diminuiu de 4,4% em 2015 para 0,9% em 2017, ficando abaixo do limite imposto pela União Europeia. Esta redução foi alcançada através de medidas de austeridade, mas também de uma gestão mais eficiente dos recursos públicos. Esta melhoria das contas públicas é crucial para garantir a sustentabilidade das finanças públicas e a confiança dos investidores.
Outro fator que contribuiu para a manutenção do rating de Portugal foi a redução do desemprego. Desde 2013, o país tem vindo a registar uma queda constante da taxa de desemprego, que atualmente se situa em torno dos 7%. Esta redução é resultado das reformas estruturais implementadas pelo governo, que tornaram o mercado de trabalho mais flexível e atraente para os investidores.
A perspetiva positiva atribuída pela Standard & Poor’s reflete a confiança da agência de que Portugal continuará a registar melhorias económicas nos próximos anos. Entre os fatores que contribuem para esta perspetiva estão a redução da dívida pública, que tem vindo a diminuir gradualmente, e a diversificação da economia, com um maior foco em setores de maior valor acrescentado.
Esta decisão da Standard & Poor’s foi recebida com entusiasmo pelo governo português, que a considerou um reconhecimento do esforço e sacrifício dos portugueses para superar a crise económica. O primeiro-ministro, António Costa, afirmou que “a manutenção do rating de Portugal é uma prova de que o país está no caminho certo e que a estratégia de recuperação económica está a dar resultados”.
Os cidadãos portugueses também se mostraram satisfeitos com esta decisão, pois é um sinal de que o país está a recuperar a sua estabilidade económica e a melhorar as suas condições de vida. Esta confiança na economia portuguesa também se reflete no aumento do turismo, com um número recorde de visitantes em 2017, e no aumento do investimento estrangeiro em setores como o imobiliário e o turismo.
Em resumo, a decisão da Standard & Poor’s de manter o rating de Portugal em A- com




