O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta quinta-feira (26), no Palácio do Planalto, líderes apostólicos da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, conhecida popularmente como Igreja Mórmon. A visita de cortesia teve como objetivo discutir o trabalho missionário e humanitário da igreja no Brasil.
A comitiva religiosa foi representada pelo apóstolo Ulisses Soares, principal autoridade mórmon no Brasil, pelo ex-governador do estado norte-americano de Utah, Michael Leavitt, presidente do Coro e Orquestra do Tabernáculo na Praça do Templo, e pelo diretor da igreja em Salt Lake City e ex-senador dos EUA, Gordon Smith. Outros três representantes do grupo também estiveram presentes, além do advogado-geral da União, Jorge Messias.
Durante o encontro, os líderes mórmons tiveram a oportunidade de explicar ao presidente Lula o funcionamento da igreja e o trabalho religioso desenvolvido no país. Eles destacaram o envolvimento dos membros da igreja em ações de ajuda humanitária, como o apoio às famílias atingidas pelas enchentes no Rio Grande do Sul em 2024 e a oferta de ajuda aos afetados pelas tempestades na Zona da Mata em Minas Gerais, que já causaram 59 mortes.
Além disso, os líderes mórmons agradeceram ao presidente pelo trabalho em defesa da liberdade religiosa no Brasil. Eles mencionaram a sanção, durante o primeiro mandato de Lula em 2003, da Lei de Liberdade Religiosa, que tornou o país um dos mais protetores do direito de culto no mundo.
A visita dos líderes mórmons ao presidente Lula é um reflexo do crescimento da igreja no Brasil. Segundo dados do IBGE, o número de mórmons no país aumentou 130% nos últimos 10 anos, chegando a quase 1,5 milhão de membros. Esse crescimento é resultado do trabalho missionário realizado pela igreja, que tem como objetivo levar a mensagem de Jesus Cristo e ajudar as pessoas a encontrarem paz e felicidade em suas vidas.
Além disso, a igreja também tem um forte compromisso com ações humanitárias e de caridade. Em todo o mundo, a Igreja Mórmon possui programas de ajuda e desenvolvimento que beneficiam milhões de pessoas em situação de vulnerabilidade. No Brasil, a igreja tem se destacado em ações de auxílio às comunidades carentes e em situações de emergência, como desastres naturais.
A visita dos líderes mórmons ao presidente Lula também é um reconhecimento do trabalho do governo brasileiro em prol da liberdade religiosa. A Lei de Liberdade Religiosa, sancionada em 2003, garante o direito de todas as pessoas de professarem sua fé sem sofrer discriminação ou perseguição. Além disso, o Brasil é um país plural e acolhedor, que respeita e valoriza a diversidade religiosa.
A Igreja Mórmon tem uma longa história de atuação no Brasil, iniciada em 1929. Desde então, a igreja tem crescido e se estabelecido em diversas regiões do país, contribuindo para o desenvolvimento social e espiritual das comunidades onde está presente. Os membros da igreja são incentivados a serem cidadãos exemplares, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e solidária.
A visita dos líderes mórmons ao presidente Lula é um momento importante para a igreja e para o país. É uma oportunidade de estreitar laços e reforçar o compromisso com a promoção




