Edilson Capetinha: o craque que brilhou na Copa do Mundo de 2002 com a seleção brasileira
A Copa do Mundo é o maior evento do futebol mundial, reunindo os melhores jogadores do planeta em uma disputa pela taça mais cobiçada do esporte. E quando se fala em seleção brasileira e Copa do Mundo, não podemos deixar de mencionar Edilson Capetinha. O ex-atacante, conhecido por sua habilidade com a bola e seus famosos dribles, teve a honra de vestir a camisa amarela e representar o país na edição de 2002, realizada na Coreia do Sul e no Japão.
Nascido em Salvador, Bahia, Edilson começou a sua carreira profissional no Vasco da Gama, em 1993. Suas atuações chamaram a atenção do técnico Mário Zagallo, que o convocou para a seleção brasileira em 1995, quando tinha apenas 24 anos. No decorrer de sua carreira, Edilson teve passagens por grandes clubes do Brasil, como Corinthians, Flamengo, Palmeiras e Grêmio, além de ter atuado no exterior, por equipes da Turquia e do Japão.
Porém, foi em 2002 que Edilson alcançou o ápice de sua carreira. O técnico Luiz Felipe Scolari, reconhecendo sua habilidade e capacidade de decidir jogos, o convocou para a Copa do Mundo, ao lado de outros grandes nomes como Ronaldo, Rivaldo, Roberto Carlos e Ronaldinho Gaúcho. A escolha por Edilson causou certa surpresa, já que muitos questionavam a presença do jogador na lista final, mas Felipão sabia do potencial do atacante e acreditava no seu talento.
E não demorou muito para que Edilson mostrasse o seu valor no cenário mundial. Logo na estreia do Brasil na Copa, contra a Turquia, o atacante entrou em campo no segundo tempo e marcou o terceiro gol da vitória por 2 a 1, com um belo chute de fora da área. Foi o primeiro gol dele em uma Copa do Mundo e o primeiro de muitos outros que viriam pela frente.
Apesar de começar como reserva, Edilson foi ganhando espaço na equipe ao longo da competição. Suas atuações entrando nos jogos e ajudando o time foram fundamentais para que o Brasil chegasse até a grande final, contra a Alemanha. E no jogo mais importante de suas carreiras, Edilson e seus companheiros não decepcionaram. Com um gol de Ronaldo e outro de Rivaldo, ambos com assistência do atacante, o Brasil venceu por 2 a 0 e conquistou o pentacampeonato mundial.
Edilson não só foi campeão, como também foi eleito o melhor jogador da partida, em reconhecimento ao seu desempenho e importância para a vitória da seleção brasileira. Com dribles desconcertantes e visão de jogo privilegiada, ele foi um dos destaques daquela equipe e deixou sua marca na história do futebol.
Além disso, Edilson também foi um exemplo de superação e persistência. Com uma história de vida marcada pela pobreza e por dificuldades, o atacante nunca desistiu de seus sonhos e provou que, com trabalho duro e dedicação, é possível chegar ao topo. Ele inspirou muitos jovens pelo país, mostrando que é possível vencer na vida, independentemente das adversidades.
Após a Copa do Mundo, Edilson seguiu atuando em clubes brasileiros e encerrou a sua carreira em 2012, no Brasiliense. Atualmente, ele é comentarista esportivo e empresário, e suas camisas e chuteiras utilizadas na Copa de 2002 estão expost




