O governo dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira (12) a retirada dos nomes do ministro Alexandre de Moraes e de sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, das sanções da Lei Magnitsky, o que gerou comemoração e elogios de parte dos políticos e autoridades brasileiros.
A decisão foi vista como uma grande vitória para o Brasil e para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi responsável por colocar a revogação das sanções na mesa de negociações com o presidente norte-americano, Donald Trump. Para Gleisi Hoffman, ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, a retirada das sanções é uma derrota para a família de Jair Bolsonaro, que conspirou contra o país e a justiça.
A Lei Magnitsky foi aplicada pelos EUA contra Alexandre de Moraes em julho deste ano, mas em setembro, o nome de sua esposa também foi incluído na lista. A decisão foi criticada por políticos e autoridades brasileiras, que a consideraram uma imposição imperialista e uma interferência na soberania do país.
A retirada das sanções foi comemorada por diversos políticos, como a deputada federal Fernanda Melchionna, do PSOL-RS, que afirmou que já era tempo de corrigir essa imposição imperialista sobre um ministro brasileiro. A deputada Erika Hilton, também do PSOL, lembrou que a lei era aguardada pela família Bolsonaro, que via nela uma esperança de reconciliação entre pai e filho.
O líder do PT na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias, postou um vídeo em suas redes sociais comemorando a decisão e destacando que foi uma vitória da democracia, da soberania e da diplomacia do governo Lula.
No entanto, nem todos receberam a notícia com alegria. O deputado Eduardo Bolsonaro, que negociou as sanções ao Brasil com o governo norte-americano, lamentou a decisão junto com o jornalista Paulo Figueiredo. Em um texto divulgado em português e inglês, eles agradeceram o apoio que o presidente Trump deu ao país e a atenção que dedicou à grave crise de liberdades que assola o Brasil.
Apesar das críticas, a retirada das sanções é vista como uma vitória para o Brasil e para a democracia. A Lei Magnitsky é uma legislação norte-americana que permite ao governo dos Estados Unidos impor sanções a indivíduos estrangeiros envolvidos em violações de direitos humanos e corrupção. No caso de Alexandre de Moraes, as sanções foram impostas devido à sua atuação como ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e sua participação em investigações contra políticos e autoridades brasileiras.
A decisão dos Estados Unidos de retirar os nomes de Moraes e sua esposa da lista da Lei Magnitsky é uma demonstração de respeito à soberania do Brasil e ao seu sistema judiciário. Além disso, é uma vitória para a democracia e para a justiça, já que as sanções eram vistas como uma tentativa de interferência nos assuntos internos do país.
O presidente Lula foi fundamental para essa conquista, mostrando sua habilidade diplomática e sua determinação em defender os interesses do Brasil. Sua atuação foi elogiada por políticos e autoridades, que destacaram sua postura altiva e soberana nas negociações com o governo norte-americano.
A retirada das sanções também é uma vitória para a família de Moraes, que foi alvo de uma medida injusta e arbitrária. A inclusão do nome de sua esposa na lista foi vista como uma forma de pressioná-lo e atingi-lo pessoalmente. Com a revogação das




