O endividamento do setor não financeiro em Portugal tem sido um tema recorrente nos últimos anos. No entanto, é com grande satisfação que podemos afirmar que, de acordo com dados recentes, houve uma diminuição significativa nesta questão. Em 2025, o endividamento atingiu o valor de 851.300 milhões de euros, o que representa 277,9% do PIB, sendo este o valor mais baixo da série. Esta é uma notícia extremamente positiva e que demonstra a recuperação económica do país.
O setor não financeiro inclui as administrações públicas, empresas e particulares. O endividamento deste setor é um indicador importante da saúde financeira de um país, pois reflete a capacidade de pagamento das suas entidades. Quando este valor é elevado, pode ser um sinal de alerta para possíveis crises económicas e financeiras. Por isso, a redução do endividamento é essencial para a estabilidade e crescimento da economia.
Em 2024, o endividamento do setor não financeiro em Portugal era de 278,4% do PIB, o que significa que houve uma diminuição de 0,5 pontos percentuais em apenas um ano. Este é um resultado notável e que demonstra a eficácia das medidas adotadas pelo governo para controlar o endividamento do país. Além disso, é importante ressaltar que esta é a primeira vez, desde 2007, que o endividamento do setor não financeiro fica abaixo dos 280% do PIB.
As administrações públicas são responsáveis por uma grande parte do endividamento do setor não financeiro. No entanto, também aqui se registou uma diminuição significativa. Em 2025, o endividamento das administrações públicas foi de 125,3% do PIB, o que representa uma redução de 2,2 pontos percentuais em relação a 2024. Esta é uma tendência positiva que demonstra a melhoria da gestão das finanças públicas.
As empresas também contribuíram para a diminuição do endividamento do setor não financeiro. Em 2025, o endividamento das empresas era de 124,5% do PIB, uma redução de 1,5 pontos percentuais em relação a 2024. Esta é uma boa notícia para o setor empresarial português, pois um endividamento elevado pode ser um obstáculo para o crescimento e investimento. Com uma dívida mais controlada, as empresas têm mais condições para se expandir e contribuir para o crescimento económico do país.
Por fim, os particulares também contribuíram para a diminuição do endividamento do setor não financeiro. Em 2025, o endividamento das famílias era de 28,1% do PIB, uma redução de 0,3 pontos percentuais em relação a 2024. Esta é uma tendência positiva que demonstra uma maior responsabilidade financeira por parte dos cidadãos portugueses. Com um endividamento mais baixo, as famílias têm mais condições para poupar e investir, o que também contribui para a estabilidade da economia.
É importante destacar que a diminuição do endividamento do setor não financeiro não foi um processo fácil. Foi necessário um esforço conjunto do governo, empresas e particulares para alcançar estes resultados. As medidas de austeridade adotadas pelo governo, aliadas a uma maior responsabilidade financeira por parte das empresas e famílias, foram fundamentais para este resultado.
Além disso, a recuperação económica do país também teve um papel importante neste processo. Com um crescimento económico sustentado, as empresas e famílias têm mais condições para pagar as suas dívidas e evitar o endividamento excessivo. Este crescimento também permite ao governo arrecadar mais receitas e, consequentemente, reduzir o seu endividamento.
Em suma, a redu




