O técnico da seleção italiana, Roberto Mancini, surpreendeu os fãs de futebol ao anunciar sua terceira convocação à frente da equipe. Com uma lista de 26 jogadores, Mancini mostrou sua preferência por jogadores que atuam na Europa, deixando claro que seu objetivo é criar uma equipe forte e competitiva para as próximas competições.
Dos 26 nomes chamados, 24 jogadores atuam em clubes europeus, enquanto apenas dois jogam no Brasil. Essa escolha pode ter causado algumas surpresas e questionamentos, mas Mancini tem suas razões para optar por jogadores que atuam no Velho Continente.
Em primeiro lugar, é preciso destacar que a Europa é considerada o berço do futebol. Os melhores clubes e jogadores do mundo estão concentrados no continente, o que significa que os jogadores que atuam lá têm acesso a uma infraestrutura e nível de competição muito mais elevados. Isso faz com que eles estejam constantemente evoluindo e se aprimorando, o que é fundamental para a seleção italiana que busca voltar a ser uma potência no futebol mundial.
Além disso, a escolha por jogadores europeus também pode ser vista como uma forma de Mancini fortalecer a identidade da seleção italiana. Ao convocar jogadores que estão acostumados a jogar em um estilo de jogo mais rápido e técnico, ele busca implementar um estilo de jogo moderno e eficiente na equipe. Isso pode ser visto como uma tentativa de se afastar da tradição italiana de um jogo mais defensivo e lento, e se adaptar às mudanças do futebol moderno.
Outro ponto a ser considerado é a experiência dos jogadores europeus em competições internacionais. Muitos dos convocados por Mancini já atuaram em grandes campeonatos, como a Champions League e a Europa League, o que lhes proporcionou uma bagagem e maturidade que pode ser fundamental em momentos decisivos nas próximas competições da seleção italiana.
É importante ressaltar que a escolha por jogadores europeus não significa que Mancini esteja ignorando o talento dos jogadores que atuam no Brasil. Pelo contrário, ele reconhece a qualidade dos jogadores brasileiros e sabe que muitos deles já foram fundamentais para a seleção italiana no passado. No entanto, a decisão de convocar mais jogadores europeus neste momento pode ser vista como uma estratégia para fortalecer a equipe e prepará-la para competições futuras.
Além disso, é preciso levar em consideração que a pandemia da COVID-19 afetou significativamente o calendário do futebol em todo o mundo. Com a maioria das ligas europeias retomando suas atividades, os jogadores que atuam na Europa estão em um momento de maior ritmo de jogo e, consequentemente, em melhor forma física. Isso pode ter sido um fator determinante na escolha de Mancini, que busca montar uma equipe forte e competitiva para enfrentar as próximas competições.
Outro ponto positivo da convocação de Mancini é a presença de jogadores jovens e promissores, como o atacante Moise Kean, que atua no Paris Saint-Germain, e o meio-campista Sandro Tonali, do Brescia. A presença desses jogadores pode ser vista como uma renovação na seleção italiana, que vem lutando para encontrar novos talentos nos últimos anos.
É importante ressaltar que, apesar da preferência por jogadores europeus, Mancini não deixou de lado a tradição italiana. A convocação conta com jogadores experientes e consagrados, como o goleiro Gianluigi Donnarumma e o meio-campista Marco Verratti, ambos do Paris Saint-Germain. Ess



