No ano de 2021, a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) completa 50 anos de existência. Fundada em 1971, a CCP tem sido uma voz ativa na defesa dos interesses das empresas do setor do comércio, serviços e turismo em Portugal. Com o início desta nova década, a confederação traça nove prioridades para o país, com o objetivo de impulsionar o crescimento e o desenvolvimento económico e social.
A primeira prioridade da CCP é a recuperação económica pós-pandemia. A crise sanitária causada pela Covid-19 afetou gravemente o setor do comércio, serviços e turismo, com o encerramento de muitas empresas e a perda de milhares de postos de trabalho. Agora, mais do que nunca, é necessário um esforço conjunto para recuperar a economia e garantir a sustentabilidade das empresas e dos empregos.
Em segundo lugar, a CCP defende a necessidade de uma reforma fiscal que promova a competitividade das empresas e a justiça fiscal. É importante que as empresas tenham condições para investir e crescer, sem serem sobrecarregadas com impostos elevados. Além disso, é fundamental que haja uma distribuição mais equitativa da carga fiscal entre as diferentes atividades económicas.
A terceira prioridade é a modernização do setor do comércio e serviços. Com o avanço da tecnologia e a mudança dos hábitos de consumo, é essencial que as empresas se adaptem às novas realidades e invistam em inovação e digitalização. A CCP defende a criação de programas de apoio e incentivos para que as empresas possam modernizar-se e acompanhar as tendências do mercado.
Em quarto lugar, a confederação destaca a importância da formação e qualificação dos recursos humanos. Para que as empresas sejam competitivas, é necessário que tenham colaboradores qualificados e preparados para enfrentar os desafios do mercado. A CCP defende a criação de programas de formação profissional e a valorização das profissões do setor do comércio e serviços.
A quinta prioridade é a promoção do empreendedorismo e do investimento. A CCP acredita que é fundamental criar um ambiente favorável ao empreendedorismo e atrair investimento estrangeiro para o país. Para isso, é necessário simplificar os processos burocráticos e reduzir a carga fiscal sobre o investimento.
Em sexto lugar, a confederação destaca a importância da sustentabilidade e da responsabilidade social das empresas. É fundamental que as empresas adotem práticas sustentáveis e sejam socialmente responsáveis, contribuindo para um desenvolvimento mais equilibrado e para a preservação do meio ambiente.
A sétima prioridade é a promoção do turismo. O setor do turismo é um dos mais importantes para a economia portuguesa, mas foi fortemente afetado pela pandemia. A CCP defende a criação de políticas que promovam o turismo interno e a diversificação da oferta turística, para reduzir a dependência de alguns destinos turísticos mais populares.
Em oitavo lugar, a confederação destaca a importância da coesão territorial. É necessário que haja um desenvolvimento equilibrado em todo o país, promovendo o crescimento económico e a criação de emprego em todas as regiões. A CCP defende a criação de políticas que incentivem o investimento em regiões menos desenvolvidas e a promoção do turismo em todo o território nacional.
Por fim, a nona prioridade é a defesa dos interesses das empresas e dos trabalhadores. A CCP continuará a ser uma voz ativa na defesa dos direitos e interesses das empresas e dos trabalhadores do setor do comércio, serviços e turismo. A confederação




