Gal Gadot é uma atriz israelense que ganhou grande destaque com a sua atuação como a Mulher-Maravilha nos filmes da DC Comics. No entanto, um fato pouco conhecido sobre ela é que, antes de se tornar uma estrela de Hollywood, serviu dois anos no exército israelense. Além disso, a atriz também é conhecida por apoiar abertamente as políticas de seu país, o que acabou gerando controvérsias, principalmente no Líbano, onde nenhum filme estrelado por ela foi lançado.
Gal Gadot nasceu em Rosh HaAyin, Israel, em 30 de abril de 1985. Desde criança, ela sempre foi apaixonada por dança e teatro, e começou a fazer aulas de dança aos 4 anos de idade. Aos 18 anos, foi coroada Miss Israel e representou o país no Miss Universo 2004, onde ficou entre as finalistas. No entanto, foi após ser descoberta por um diretor de elenco que sua carreira como atriz começou a decolar.
Em 2007, Gal Gadot foi chamada para interpretar a personagem Gisele no quarto filme da franquia “Velozes e Furiosos”. Apesar de não ter muitas falas, sua atuação chamou a atenção e ela acabou sendo contratada para interpretar a mesma personagem em mais três filmes da série. Foi apenas em 2016, no filme “Batman vs Superman: A Origem da Justiça”, que a atriz ganhou grande destaque ao interpretar a icônica personagem da DC Comics, a Mulher-Maravilha.
No entanto, o que muitos não sabem é que, antes de se tornar uma atriz de sucesso, Gal Gadot serviu dois anos no exército israelense, cumprindo o serviço militar obrigatório para homens e mulheres no país. Ela ingressou aos 20 anos de idade e serviu como instrutora de combate, ensinando técnicas de defesa pessoal aos soldados. Em diversas entrevistas, a atriz afirmou que essa experiência foi muito importante para sua formação e que lhe ensinou disciplina, responsabilidade e trabalho em equipe.
No entanto, essa ligação de Gal Gadot com o exército israelense acabou gerando polêmica. Em 2017, quando o filme “Mulher-Maravilha” estava prestes a ser lançado, alguns países do Oriente Médio, como o Líbano, decidiram boicotar a produção por conta da participação da atriz no exército israelense. Além disso, alguns críticos também apontaram que a personagem da Mulher-Maravilha é baseada na mitologia grega, e não na cultura israelense, o que gerou ainda mais discussões.
Apesar das controvérsias, Gal Gadot sempre se manteve firme em suas convicções e defendeu abertamente as políticas de seu país de origem. Em 2018, quando Israel foi alvo de críticas por conta da violência na fronteira com Gaza, a atriz publicou em suas redes sociais uma mensagem de apoio às Forças de Defesa de Israel, o que gerou uma onda de comentários negativos, mas também de apoio dos fãs.
Além de sua carreira no cinema, Gal Gadot também é uma ativista e embaixadora da boa vontade para a ONU Mulheres. Ela é uma forte defensora da igualdade de gênero e sempre se posiciona em questões relacionadas aos direitos das mulheres e das minorias. Em 2018, ela também foi uma das atrizes que liderou o movimento Time’s Up, que luta contra o assédio e a desigualdade de gênero na indústria do entretenimento.
Atualmente, Gal Gadot é uma das atrizes mais bem-sucedidas e influentes




